Vitamina D

A Vitamina D  favorece a absorção do cálcio, sendo este importante também para fortalecer os ossos e dentes, além de evitar o raquitismo.

Os indivíduos com maior propensão a desenvolver doenças relacionadas à falta de vitamina D no organismo são os bebês prematuros, crianças e os idosos, quando não têm uma boa alimentação e não apanham sol com frequência.

O sol é considerando a melhor fonte de vitamina D, um nutriente essencial para pele, ossos e saúde mental. Na verdade, cerca de 80 a 90 por cento da nossa vitamina D vem da exposição ao sol, diz Michael F. Holick, professor de medicina, fisiologia e biofísica do Centro Médico da Universidade de Boston.

As melhores fontes alimentares e suplementos não são suficientes para garantir a vitamina D que o nosso corpo necessita de receber todos os dias. Os Institutos de Medicina recomendam que as crianças e adultos com menos de 70 anos de idade, procurem obter 600 UI (unidade internacional) de vitamina D por dia, e aqueles com mais de 70 devem apontar para 800 UI. Sem luz solar, a vitamina D recebida pelos alimentos é insuficiente, as crianças correm maior risco de raquitismo, enternecimento dos ossos, e os adultos correm maior risco de osteoporose. A falta de vitamina D também provoca o risco de pressão arterial elevada e diabetes de tipo 2.

Das vitaminas em geral a vitamina D encontra-se sob a forma de duas moléculas: o colecalciferol (vitamina D3 e principal forma) e o ergocalciferol (vitamina D2). A principal fonte desta vitamina é a radiação ultravioleta, que é essencial para a sua produção a partir do 7-dehidrocolesterol.

As formas D2 e D3 são biologicamente inactivas. Uma parte da vitamina D absorvida é convertida em 25-hdroxivitamina D no fígado, uma forma biologicamente pouco activa, sendo que é nos rins que vai ser produzida a principal forma activa de vitamina D: 1,25-diidroxivitamina D (calcitriol).

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