O corpo necessita de cálcio

 

Além do cálcio a vitamina D também é um nutriente importante.

O corpo necessita da vitamina D (calciferol) para que ocorra a absorção do cálcio, podemos obter esta vitamina através da exposição ao sol e de alguns alimentos como; fígado, gema de ovo, alguns peixes, entre outros.

 

Alimentos ricos em cálcio:

– Sardinha: 100 gramas (no vapor) = 400 mg.
– Salmão: 100 gramas (exceto frito) = 186 mg.
– Brócolis: 100 gramas (no vapor) = 171 mg.
– Aveia: ¾ xícara (não misturada com substâncias quentes acima de 40º, pois assim perde suas enzimas) = 165 mg
– Melado de cana: (escuro) uma colher (sopa) = 135 mg.
– Gergelim preto: 1 colher (sopa, mais ou menos 20 gramas) = 90 mg.
– Amêndoas (5 unidades) = 87 mg.
– Tofu (queijo de soja): 1 xícara = 259 mg.
– Iogurte natural: 200 ml (sem aditivos químicos, feito em casa) = 241 mg.
– Couve: 100 gramas (no vapor) = 223 mg.
– Feijão: meia xícara = 66 mg.

– Quase todos os alimentos, que nasce da terra, são rico em cálcio

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O cálcio é essencial para a transmissão nervosa, coagulação do sangue e contração muscular; atua também na respiração celular, além de garantir uma boa formação e manutenção de ossos e dentes. Por sua presença na formação óssea o cálcio é um dos elementos mais abundantes no corpo humano. Recentemente foi descoberto que o cálcio ajuda na produção dos líquidos linfáticos.
Segundo estudo sueco do Instituto Karolinska, o consumo diário de cerca de 2000 mg de cálcio reduz em 25% o risco de morrer de qualquer doença e 23% o de morrer em decorrência de problemas cardiovasculares.

Por ser essencial para o funcionamento do organismo, quando existe deficiência de cálcio na corrente sanguínea (por má alimentação, questões hormonais ou outros motivos) o corpo tende a repor a deficiência retirando cálcio dos ossos. A deficiência de cálcio pode levar à osteopenia e osteoporose, na qual os ossos se deterioram e há um aumento no risco de fracturas, especialmente nos ossos mais porosos.

Sua deficiência também pode causar agitação, câimbras, unhas quebradiças, propensão a cáries, depressão, hipertensão, insónia, irritabilidade, dormência no corpo e palpitações.
Seu excesso pode ocasionar as conhecidas “pedras” no rim, que são na verdade pequenos aglomerados de uma substância conhecida como oxalato de cálcio. Este tipo de formação é mais comum em decorrência da ingestão de cálcio de origem mineral (presente no solo e consequentemente na água de determinadas regiões) e também em alguns suplementos alimentares, já que este tipo de cálcio não é muito bem absorvido pelo organismo.

Ingestão de água em quantidade suficiente ajuda evitar as pedras nos rins.
Consumir cálcio em excesso também pode ocasionar a redução de outros minerais, como magnésio. Seu excesso também pode causar anorexia, dificuldade de memorização, depressão, irritabilidade e fraqueza muscular.

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