Acupuntura pode ajudar a combater o cancro.

A Medicina Chinesa tem revelado uma abordagem que apresenta cada vez mais sucessos no combate à doença oncológica, nomeadamente através da acupunctura. O corpo humano deve ser olhado como se de um sistema global se tratasse e não pela perspectiva reducionista mais comum no Ocidente, assente em métodos muito agressivos e com consequências nefastas para a saúde.

Segundo resultados de um estudo efectuado pela American Society for Therapeutic Radiology and Oncology, os efeitos da acupunctura duram mais tempo, não geram reacções secundárias adversas e proporcionam uma sensação aumentada de bem-estar e energia, eliminando, frequentemente, a necessidade de utilização de tratamento hormonais. O cancro é quase sempre o resultado de um desequilíbrio que dura geralmente há bastante tempo e que teve vários sinais que o anteciparam. A acupuntura contribui para a melhoria do sistema imunitário, determinante para uma recuperação e restabelecimento do organismo, e também para que as células cancerígenas não regressem e ou avancem, razão pela qual o seu sucesso é cada vez maior.

Outro estudo concluiu que a  acupuntura diminui a gravidade e intensidade de vômitos e náuseas em pacientes submetidos à quimioterapia. É o que confirma a tese de doutorado apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

O objetivo do estudo foi avaliar a eficácia da acupuntura no controle da náusea e vômito em pacientes portadoras de carcinoma submetidas à quimioterapia.

A conclusão do estudo foi que diminui a intensidade e duração de náusea e vômito do primeiro ao sétimo dia pós-quimioterapia. Mas a MTC apresenta ainda outras técnicas para fins terapêuticos , como a ventosa, moxabustão, aurículo-acupuntura, massagem (Tui-na), eletro-acupuntura, laser-acupuntura, tai-chi-chuan, Ti-kun e a fitoterapia entre outras mais.

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